Com Lula preso como fica o cenário político para as eleições de 2018.
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Com a prisão de Lula na última sexta-feira (07), que pode mudar no cenário político caso o petista, que era um forte candidato não possa se candidatar, e quais os nomes mais fortes para essa eleição.
Que sabemos que mesmo com todo escândalo político dos últimos tempos ainda tem muita coisa para acontecer, uma delas é com a saída do ex-presidente caso não se candidate, outros que tinham pouca hipótese pode crescer ainda mais e surgimento de novos candidatos.
Esse ano de 2018 tem sido um ano conturbado cheio de surpresas e escândalos na política, surgindo há cada dia um novo nome que está sendo investigado pela polícia Federal e novas prisões ainda surgirão até as eleições.
Quem teria hoje o nome mais forte a presidência do Brasil, candidatos da esquerda, centro-esquerda, direita ou extrema-direita, talvez com tudo que o Brasil vem passando com essa crise na política, financeira, na segurança, essa seja uma das mais disputadas eleições dos últimos tempos.
A eleição é em outubro, e o registro oficial dos candidatos é só em agosto, veja os principais pré-candidatos à Presidência já declarados.

Alvaro Dias

Alvaro Dias (Podemos)

Alvaro Dias (Podemos-PR) cumpre o quarto mandato de senador (três consecutivos desde 1999 e um de 1983 a 1987). Entre 1987 e 1991, foi governador do Paraná. Começou a carreira política no PMDB.

Depois passou por PST e PP, até se filiar ao PSDB, em 1994. Em 2001, foi expulso por agir contra orientações do partido, mas retornou em 2003 e voltou a sair em janeiro de 2016, para entrar no PV. No ano seguinte foi para o Podemos, antigo PTN, partido pelo qual anunciou a pré-candidatura à Presidência da República em novembro, durante evento no Rio de Janeiro.

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Ciro Gomes (PDT)

Ciro Gomes (PDT)

Atual vice-presidente do PDT, Ciro Gomes foi ministro da Fazenda entre setembro de 1994 e janeiro de 1995, período do final do governo de Itamar Franco e início do governo Fernando Henrique Cardoso. Foi também ministro da Integração Nacional, entre janeiro de 2003 e março de 2006, no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.

Disputou a Presidência duas vezes (1998 e 2002, derrotado em ambas). Foi governador do Ceará, prefeito de Fortaleza e deputado estadual e federal pelo Ceará. Já se filiou a sete partidos (PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB, PROS e PDT).

Fernando Collor (PTC)

Fernando-Collor

 Fernando Collor de Mello está no segundo mandato consecutivo como senador por Alagoas. Ele se elegeu em 2006 e se reelegeu em 2014. Em 1989, foi o primeiro presidente da República eleito pelo voto direto após a ditadura militar. Permaneceu no cargo até 1992, quando sofreu um processo de impeachment.

Antes, Collor tinha sido prefeito de Maceió (1979-1982), deputado federal (1982-1986) e governador de Alagoas (1987-1989). O ex-presidente anunciou a pré-candidatura em 19 de janeiro deste ano em discurso em Arapiraca (AL).

 

Flávio Rocha (PRB)

Flávio Rocha (PRB)

empresário Flávio Rocha, executivo das Lojas Riachuelo, se filiou ao PRB para disputar a Presidência da República. Ele é vice-presidente e diretor de Relações com Investidores da empresa Guararapes, que é dona da Riachuelo e encabeça um movimento chamado “Brasil 200”, que propõe uma agenda liberal na economia e conservadora nos costumes.

Rocha exerceu duas vezes o mandato de deputado federal pelo Rio Grande do Norte, eleito em 1986 e em 1990. “Endossamos, por unanimidade, a indicação de Flavio Rocha para pré-candidato à Presidência da República. Já vou antecipar antes que venha a pergunta: É para valer? É para valer. É para ser vice? Não, é para ser candidato a presidente da República”, afirmou na Câmara, durante o ato de lançamento da pré-candidatura o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira.

 

Geraldo Alckmin (PSDB)

Geraldo Alckmin

O atual governador de SP foi definido como pré-candidato à Presidência pelo PSDB depois de ser o único a se candidatar para disputar as prévias do partido. Médico de formação, Geraldo Alckmin começou a carreira pública em Pindamonhangaba, onde se elegeu vereador em 1973.

Depois, foi prefeito da cidade e deputado estadual e federal por São Paulo. Em 1986, se elegeu deputado constituinte federal. Em 1988, deixou o PMDB, partido que integrava até então, para fundar o PSDB. Em 2001, assumiu o governo de São Paulo após a morte do então governador Mário Covas. Se reelegeu em 2002.

 

Jair Bolsonaro (PSL)

Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro é militar da reserva e cumpre o sétimo mandato consecutivo como deputado federal. Em 5 de janeiro, saiu do PSC, anunciou filiação ao PSL e pré-candidatura a presidente pelo partido, nona legenda à qual se filiou.

 

João Amoêdo (Novo)

João Amoêdo

O empresário carioca de 55 anos fez carreira como executivo de empresas e, em novembro do ano passado, foi anunciado como pré-candidato a presidente do Partido Novo. João Amoêdo é um dos fundadores da sigla, que presidiu entre setembro de 2015 e julho de 2017, quando se afastou por causa da pré-candidatura.

Formado em Engenharia Civil e Administração, teve a maior parte da atuação profissional em instituições financeiras. Foi vice-presidente do Unibanco e membro do conselho de administração do Itaú-BBA. Em 2011, passou a integrar o Conselho de Administração da construtora João Fortes. No mesmo ano, participou da fundação no Partido Novo.

 

Outros nomes já pré-candidatos à Presidência, Eymael (PSDC), Guilherme Boulos (PSol), João Vicente Goulart (PPL), Levy Fidelix (PRTB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Manuela D’Ávila (PC do B), Marina Silva (Rede), Rodrigo Maia (DEM), Valéria Monteiro (PMN).

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Por Ayslan Franccyoli

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